William Haddad, Estudante de Direito
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William Haddad

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Comentário · há 9 meses
@ziha Na verdade essa é uma interpretação equivocada dos dados. Só faz referência ao local onde a vítima sofre o atentado, mas não diz absolutamente nada sobre quem agride. Por exemplo, quando o traficante adentra o domicílio de um usuário (homem) devedor para dar fim a sua vida, então esse evento será contabilizado como um homicídio de um homem em local doméstico, mas nada tem a ver com as relações de poder que permeiam as famílias brasileiras.
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Comentário · há 11 meses
@saraproton Data venia, feminicídio: Art. 121 CP. Matar alguem: (...) § 2º Se o homicídio é cometido (...) VI - contra a mulher por razões da condição de sexo feminino.

Desses 57.874 homens quantos morreram por razões da condição de sexo masculino? Dessas 4.645 mulheres, quantas morreram por razões da condição de sexo feminino? Não se trata de terrorismo estatal, mas de dar proteção especial a parcela da população subjugada simplesmente por ter perdido um cara ou coroa na concepção, sem prejuízo das demais vítimas (aliás, cuja grande parte das violações seria aprovada pelo "cidadão de bem", já que são usuários de drogas ou traficantes).
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Comentário · há 11 meses
@matheusgaeski Li e quase concordei. Mas então lembrei que democracia não se trata simplesmente de vontade da maioria. Um plebiscito hoje no Brasil acaba com 100 anos de direito internacional.

De qualquer forma, ainda que fôssemos uma Noruega capaz de respeitar essas mudanças, a ideia de uma Constituição elaborada por "notáveis" tem um ponto essencial. Quem os escolhem? Se a questão é saber jurídico, não pode ser o povo, porque isso lhe falta (e resulta no mesmo "problema" de uma Assembleia Constituinte). Mas se não for o povo, então é uma elite não representativa. Antidemocrático na origem.

Vamos supor que Bolsonaro seja eleito e tome para si a responsabilidade de apontar os "notáveis". Ou então Haddad. Teriam legitimidade para tal, com tamanha rejeição da população ao candidato/partido? A oposição teria voz? Seria possível um consenso? Sem essa possibilidade pouco importa que eventual plebiscito seja aprovado com 51%, 60%, 70%... é antidemocrático.

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G
Gabriel Duarte
Comentário · há 9 meses
Não há a mínima necessidade de se ater aos números e menções feitas a estudos que tentam, de toda a maneira, equiparar a violência vivida pelo homem com aquela vivida pela mulher. O interessante dos números é isto: da para espreme-los até que digam o que queremos que eles digam.
Só me atenho a um fato: o erro da análise no que diz respeito ao local de morte das vítimas.
A Autora afirma, diversas vezes, que homens são mais vítimas de violência doméstica (exemplo: Surpreso com o resultado DE MAIS DE 1.300 HOMENS MORTOS POR VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, A MAIS QUE AS MULHERES?)

Essa premissa é totalmente equivocada !

Ela parte da "conclusão" de que todo crime ocorrido na residência da vítima tem como origem uma violência doméstica. Ou, resumindo, todo o homem morte na sua residência ocorreu devido a violência propagada por sua mulher, companheira ou em âmbito equiparado a violência doméstica.

O local onde as vítimas foram mortas não induz a afirmação de que todo o homem morto em sua residência sofreu violência doméstica por parte da mulher. (e vice-versa).

Ora, o homem (e a mulher) podem ser vítimas de homicídio dentro da sua casa mas em decorrência de fatos totalmente alheios a este ambiente! Um traficante, por exemplo, pode procurar um dependente químico, que lhe deve dinheiro, na sua residência e neste momento cometer o homicídio.

Ao passo que, é de conhecimento popular, que a mulher vítima de violência doméstica é mota SIM em sua residência. Negar isto é fechar os olhos para a realidade e, como disse, expressar o que se quer depois de fazer um "espremer" os números.

Me espanta MUITO ler os comentários e ver gente falando de maneira pejorativa a Lei Maria da Penha, ao feminicídio e, chegar ao cúmulo, da Autora do artigo se intitular "pesquisadora em Direitos do Homem".

De novo, números são legais porque podemos espreme-los até que corroborem o que queremos que seja afirmado.

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